E assim é com todos os nossos estados, cada um com seus hábitos, costumes, e um linguajar próprio. Para quem é da casa, para os nativos das diversas regiões do país, fica difícil de identificar esse linguajar - que soa, como seria de esperar, natural. Para os forasteiros ela chama a atenção imediatamente.
Além disso, é comum verificar por aqui - no RGS - a incorporação de várias expressões trazidas do espanhol, uma decorrência da proximidade com a fronteira dos países que falam o idioma. Por aqui ninguém se atrapalha ao ouvir palavras tais como "bueno", "griz", "cucharra" e "entonces" - bom, cinza, colher e então. E viva esse Brasil continente!

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