quarta-feira, 23 de abril de 2008

There's no free lunch, but...

Estranhei ao ouvir um comercial exaltando as qualidades da nossa televisão, apresentando-a como uma prestadora de serviços "gratuitos" â população. Lembrei imediatamento do epíteto "there's no free lunch" - não há almoço de graça, ou no sentido de que nada é de graça. O próprio comercial serve para comprovar essa regra: a audiência paga âs emissoras sendo bombardeada por comerciais.

Resta saber se o preço é justo, ou seja, se a nossa encheção de saco tendo de assistir a tantos comerciais compensa o conteúdo gratuito recebido. E. convém dizer, que existe coisa pior: a tv a cabo, pela qual os assinantes pagam, também tem comerciais - significa que nesse caso paga-se duas vezes!

Irrita-me profundamente as técnicas empregadas para manter a audiência, aquelas perguntas deixadas em suspense, os cortes nos momentos de tensão do programa, etc. Agrava o fato de que os programas viraram verdadeiros "mercados persas", os paresentadores fazem um amontoado de comerciais durante o programa e depois, com a maior cara de pau desse mundo, chamam o intervalo comercial! Quer saber? Eu preferia pagar!

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